Want your own Fotopage?

|
|
Bus Diversidade
 By: Bus Diversidade
[Recommend this Fotopage] |
[Share this Fotopage]
| [Track this Fotopage]
|
|
[<< < [1] 2 3 4 5 6 > >>] [Archive]
|
|
|
|
| Monday, 15-Aug-2011 12:00 |
Email | Share | | Bookmark |
|
ABAIXO A BUSOLOGIA DE GABINETE!!
|
 |
|
Verdun
|
|
 |
|
Verdun (ou talvez Acari, City Rio, Três Amigos, Caprichosa...)
|
|
|
Chega dessa busologia partidarizada, movida a politicagem, atrelada a dirigentes esportivos e tratando o povo que nem gado!!
O povo não pode ser usado para legitimar ou justificar interesses que, logo de cara, são exclusivamente privados.
A padronização visual é o pensamento único dos politiqueiros em forma de transporte.
O povo está sofrendo diante de tantos ônibus iguaizinhos. E não pode reclamar.
E ainda tem busólogo que não gosta de montagem despadronizada que devolve a identidade personalizada das empresas de ônibus.
Para ilustrar, mostramos aqui uma foto da Viação Verdun nos anos de chumbo e a Viação Verdun de hoje com a cor-fundo de chumbo da "embalagem de remédio".
Vamos deixar o peleguismo encartolado de lado. Viva a diversidade visual!! Abaixo a ditadura e a discriminação de cor nos ônibus!!
|
|
|
|
|
|
| Saturday, 2-Apr-2011 12:10 |
Email | Share | | Bookmark |
|
ESTRELA
|
|
A Transportes Estrela comprou novos carros, mas dentro daquela lógica padronizada ditada pela "Viação Cidade do Rio de Janeiro", da lógica tecnocrática adotada pela Prefeitura do Rio de Janeiro.
Mas aqui vamos mostrar os novos ônibus com a pintura tradicional da empresa.
|
|
|
|
|
|
| Saturday, 6-Nov-2010 12:00 |
Email | Share | | Bookmark |
|
BUSOLOGIA CARIOCA: FOI BOM ENQUANTO DUROU
|
|
Hoje é oficialmente lançado um projeto arbitrário para o transporte coletivo.
Lembrando que Eduardo Paes é oriundo de setores conservadores da sociedade - os mesmos que tentaram eleger José Serra para a Presidência da República - , e que o projeto que ele lança para o transporte carioca se baseia no modelo que o arquiteto Jaime Lerner, então prefeito de Curitiba ligado à ARENA no auge da ditadura militar, é de lamentar que esse projeto seja lançado sem qualquer consulta popular e apenas com o respaldo arrogante de uma minoria de tecnocratas, alguns empresários mais poderosos e busólogos pelegos que se acham os "donos da verdade".
Primeiro, temos que esclarecer uma coisa. A padronização visual tem seu pior problema não no aspecto estético, alegação que acaba por neutralizar o combate ideológico, em vários aspectos, dando margem à argumentação impositiva mas discutível dos defensores do fardamento visual dos ônibus.
A padronização visual, na verdade, é um processo comunicativo. Significa que a Prefeitura do Rio de Janeiro ampliou e concentrou seus poderes no transporte coletivo. Seu poder será centralizado, não há a menor dúvida. São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte já vivem isso, com suas paraestatais comandando o sistema de ônibus, expressando o pior da administração estatal, com poderes extremos dentro do financiamento da iniciativa privada (as empresas que integram os "consórcios").
As empresas perdem autonomia na operação de linhas de ônibus, se limitando apenas a financiar a renovação das frotas (cuja decisão será de exclusividade dos "técnicos" da Secretaria Municipal de Transportes, que avaliarão as frotas e decidiram quando se deverá comprar carros novos), a pagar funcionários e a fazer reparos de conserto ou manutenção.
O "novo" esquema trará muitos transtornos para os passageiros. Afinal, eles não compartilham dos conhecimentos técnicos e operacionais que nós, busólogos, temos.
De que adianta se os editores do Railbuss, Ônibus Brasil, Portal InterBuss, Ônibus & Cia, OCD Holding e outros continuarão sabendo da diferença entre uma Real Auto Ônibus e uma Braso Lisboa, se os passageiros das classes populares, sobretudo os que moram na Baixada Fluminense e frequentemente vão ao Rio por diversos motivos, não saberão diferenciar uma empresa da outra?
Isso mostra o interesse público que defendemos, nós, que questionamos esse modelo de transporte coletivo, que já provoca danos sérios, com mortes, em Curitiba e São Paulo, seja pela pressão do rigor profissional excessivo, seja pela corrupção que promove "queimas de arquivo" (como um motorista de São Paulo que denunciou sindicalistas pelegos de ônibus), seja pela roda de um ônibus da Grande curitiba que se solta e mata uma mulher, seja pelo ônibus curitibano desgovernado que bate numa loja e mata duas pessoas, seja pelos pacientes de hospital que morrem porque pegaram ônibus errado, seja pelos motoristas que se estressam porque nesse "maravilhoso" sistema têm que trabalhar mais (é a lógica neoliberal, a pretexto de "baixos custos" e "maior operatividade").
ENQUANTO É "NOVIDADE", ESTÁ "TUDO BEM", MAS ROTINA MOSTRARÁ ERROS
Enquanto a iniciativa do prefeito do Rio de Janeiro é "novidade", tudo é maravilhoso. Nos primeiros dias, pode parecer tudo lindo, tudo eficiente, mas depois a coisa, caindo na rotina, mostrará seus sérios equívocos, seus erros gravíssimos.
É claro que nenhum defensor vai dizer que essa tradução busóloga do Golpe de 1964 - as analogias do projeto de Jaime Lerner para os ônibus desde 1974 e o projeto econômico de Roberto Campos em 1964 são de uma semelhança contundente - vai dar errado.
Afinal, qual dos interessados desse projeto arbitrário, ainda que sejam uma minoria privilegiada, metida a "dona da verdade", que vai admitir que a causa deles está fadada ao fracasso?
A própria ditadura militar, fracassada desde o início, teve que recorrer ao quinto ato institucional para se firmar à força, quando sabemos que é o regime democrático o mais eficaz. E veio a crise do petróleo no Oriente Médio para mostrar mais uma vez que o "milagre brasileiro" foi um fiasco.
Mas quão hipócritas essas pessoas que falam em "diversidade de opiniões" para defender o fim da diversidade visual dos ônibus cariocas! Parecem a imprensa golpista - Folha, Globo, Abril, Estadão e similares - quando falam em "liberdade de imprensa" visando prevalecer seu pensamento elitista, que condena os movimentos sociais.
Não vamos detalhar aqui os transtornos que haverá no modelo de transporte adotado pela gestão Eduardo Paes. Eles haverão, queiram ou não queiram as "dalilas" do Alexandre Sansão, para as quais a padronização visual simboliza um sistema de ônibus "mais eficaz".
TRANSERRISTAS
Mas esses transtornos são previstos não por "busólogos infantis", como arrogantemente dizem os transserristas que são esses defensores da padronização visual e outros "paliativos". Mas por gente séria como o engenheiro Fernando MacDowell, o também engenheiro Marcos Nascimento, busólogos como eu, meu irmão, o blogueiro Leonardo Ivo, André Neves, Marcelo Pierre, e outros. A causa anti-padronização é apoiada, além disso, por gente séria como Luiz Bareza, Sydney Júnior, José Ricardo Reis (Zé Buss), entre tantos outros.
É só comparar as argumentações a favor e contra a padronização visual e tudo que ela simboliza ou está associado.
Quem está a favor usa argumentos sentimentais, sonhadores, e reage aos opositores de forma agressiva, com xingações tipo "mané", "infantil", "desinformado", ou o reacionaríssimo refrão "ruim com isso, pior sem isso".
Quem está contra usa argumentos racionais, busca analisar as coisas não pelo ponto de vista do busólogo, mas visando também os passageiros das classes populares, que são a maioria dos que usam ônibus na cidade.
Mas só porque lembramos dos transtornos que os passageiros provavelmente viverão, somos chamados de "burros". Como se o tecnocrata que planejou o esquema, só por seus títulos acadêmicos, tivesse a vivência social necessária para o êxito do sistema. Não tem.
E sabemos muito bem que a cidade que acolherá esse sistema não será uma cidade lindinha, de estradas lisas, livres, de um cenário de flores, aromas perfumados e gente que é capaz de identificar a empresa à distância, mesmo aquele que mal consegue ler uma lista de compras.
Busologia carioca: foi bom enquanto durou. Por isso, hoje damos pêsames a nós, que deixaremos de admirar o sistema de ônibus do Rio de Janeiro, entregue a um futuro colapso, por conta do poder centralizado da Secretaria Municipal de Transporte.
Mas, quem sabe, no futuro próximo, daremos pêsames a todos aqueles que implantaram e defenderam esse sistema, porque serão incapazes de resolver todos os problemas que se julgam preparados a enfrentar. O tempo dirá.
|
|
|
|
|
|
| Friday, 29-Oct-2010 12:00 |
Email | Share | | Bookmark |
|
PADRONIZAÇÃO VISUAL ESTÁ NAS RUAS ANTES DO PREVISTO
|
|
O fardamento dos ônibus cariocas foi antecipado. Dizia-se que seria no próximo dia 06, mas depois afirmaram que seria amanhã, mas ontem mesmo já começaram a circular os ônibus encharcados da mesmice visual que vai tomar conta dos ônibus cariocas e vai confundir os passageiros, por mais que as autoridades, tecnocratas e simpatizantes tentem negar e se esforcem em tentar evitar.
Porque o que vai haver de gente pobre sem saber que ônibus pegar não estará no gibi nem no blog. Se estiver no ponto, bonitinho, e ver o ônibus chegando com o letreiro aceso, sorte do cidadão. Mas, se estiver num lado de uma avenida e ver um monte de ônibus junto, a confusão será certa.
A busologia, assim, encerra um ciclo. E começa a grande tragicomédia de erros do transporte coletivo carioca, que viverá os mesmos transtornos, gafes e tragédias que já começam a ocorrer com mais frequência em São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte.
|
|
|
|
|
|
| Tuesday, 19-Oct-2010 12:00 |
Email | Share | | Bookmark |
|
DIVULGADAS AS FARDAS DOS ÔNIBUS CARIOCAS
|
|
Direita, volver! Foram divulgadas as pinturas do visual padronizado que transformará os ônibus cariocas em ônibus fardados.
É muito duro, doloroso, triste, mas temos que divulgar para informar quem puder entender todo esse esquema.
Porque o chamado "povão" não vai entender mesmo, e essa que é a maior demanda do transporte coletivo, que mal consegue ler uma bula de remédio, terá que ter um raciocínio matemático só para pegar um ônibus.
Se estiver no ponto de ônibus e conseguir ver o veículo chegando de frente, ainda dá para identificar o número da linha, isso se o letreiro digital não pifar. Mas, para quem está longe do ponto de ônibus e quer alcançar o ônibus desejado, a confusão será inevitável, com toda a campanha de divulgação que houver.
Apesar da badalação do projeto pelas autoridades e pelos tecnocratas, ele tem prazo de validade: FINAL DAS OLIMPÍADAS DE 2016. Isso significa que, se o sistema perdurar depois disso, o colapso do sistema de transporte carioca será irreversível. Porque o que está por trás desse visual padronizado é uma lógica de concentração de poder do Estado, com financiamentos da iniciativa privada, modelo que já se desgasta em cidades como São Paulo e Curitiba.
Aqui está o fardamento dos ônibus do Rio de Janeiro, entregues ao mesmo modelo que o demotucano enrustido Jaime Lerner lançou no auge da ditadura militar:
INTERNORTE, INTERSUL, TRANSCARIOCA E SANTA CRUZ
Cada um com convencionais, midis e micros (aparentemente não foi divulgado padrão para articulado nem ar condicionado).
STPL (vans operadas por cooperativas).
|
|
|
|
|
|
| Sunday, 17-Oct-2010 12:00 |
Email | Share | | Bookmark |
|
SÓ SEI QUE É LITORAL RIO PORQUE ME DISSERAM
|
 |
|
Ex-Litoral Rio
|
|
 |
|
Ex-Litoral Rio
|
|
 |
|
Ex-Litoral Rio
|
|
|
Esse ônibus que, dizem, é da Real Auto Ô..., quer dizer, da Litoral Rio Transportes, é a terceira amostra da maligna padronização visual que o ultraconservador prefeito Eduardo Paes divulga para nós, indefesos busólogos. Mas há quem goste do visual e do esquema, sobretudo certos busólogos que devem ter feito um desjejum bacana bancado pelos barões da Fetranspor.
Na verdade, não passa de um mero ônibus da Viação Cidade do Rio de Janeiro, paraestatal carioca, sustentado pela sócia Litoral Rio, reduzida a mera oficina-tesoureira, e, visualmente, fará qualquer um que se interesse a ir ao bairro do Leblon, por exemplo, fazer um turismo surpresa para Curicica. Ah, mas não posso falar isso para certos "busólogos profissionais" porque eles, que reconhecem um chassis de ônibus com os olhos e ouvidos tapados, são capazes de reconhecer uma linha até no uni-duni-tê.
E aí, adeptos da padronização visual, como foi esse café da manhã da Fetranspor? Digam para todos nós, para saber se teve bolo, sucos de frutas, manga cortadinha e coisa e tal?
|
|
|
|
|
|
| Friday, 15-Oct-2010 12:00 |
Email | Share | | Bookmark |
|
FALTA DE ORIGINALIDADE!!
|
 |
|
Padronização em Goiânia
|
|
 |
|
Padronização no Rio de Janeiro
|
|
|
Do Blog Terminal Laranja
Infelizmente, já fotografaram um carro da Matias sendo pintado com a nova, temida e horrenda pintura padronizada, imposta pelo Eduardo Paes, o Führer. De acordo com a área, a cor (imperceptível vista de lado - quem vai prestar atenção em setas?) será verde. O que não adianta nada, pois o seu verdadeiro verde da empresa foi "desmatado" (inclusive contra a vontade da mesma, que se posicionou contra a padronização).
Repararam que na Matias, a pintura será idêntica (com diferenças perceptíveis, mas insignificantes) à estampa escolhida para a frota de Goiânia e pasmem: na mesma carroceria CAIO Apache Vip II.
Que falta de criatividade, hein, Senhor Paes!
|
|
|
|
|
|
| Tuesday, 12-Oct-2010 12:00 |
Email | Share | | Bookmark |
|
MATARAM A MATIAS!!!!!
|
 |
|
Ex-Matias
|
|
 |
|
Ex-Matias
|
|
 |
|
Ex-Matias
|
|
|
A arbitrária medida de padronização visual faz sua segunda vítima: a Rodoviária A. Matias.
A empresa agora desaparecerá dos nossos olhos, perdendo sua identidade e sendo confundível com a Viação Verdun e a Transportes Vila Isabel. Até as setas de acesso nas portas foram feitas mais para enfeite, visualmente não estão claras para o cidadão comum.
O que significa que os passageiros poderão confundir, dependendo de onde se situem, a linha 232 com a 222 da Vila Isabel e a 238 da Verdun, a linha 606 com a 607 da Viação Acari, e por aí em diante.
O verde, pelo menos, não ficará só na nossa memória, afinal, o grande consolo é que, das cidades que adotam a padronização visual, o Rio de Janeiro é a que tem maior acervo, na Internet, relacionado aos tempos em que tinha diversidade visual.
Uma coisa é certa: o projeto de padronização visual imposto por Eduardo Paes está fadado, irreversivelmente, ao fracasso. Mas é preciso que ele aconteça para que os erros sejam mais conhecidos pela opinião pública.
Um exemplo pessoal. Meus pais, usuários assíduos da 232, sofrerão muito, uma vez que, sendo idosos, terão que triplicar a atenção na Av. Pres. Vargas na ocasião de pegar um ônibus para Lins de Vasconcelos.
|
|
|
|
|
|
| Tuesday, 28-Sep-2010 12:00 |
Email | Share | | Bookmark |
|
PETIÇÃO PODE BARRAR UNIFORMIZAÇÃO VISUAL NOS ÔNIBUS DO RJ
|
 |
|
Cidade do Rio de Janeiro
|
|
 |
|
Cidade do Rio de Janeiro
|
|
 |
|
Cidade do Rio de Janeiro
|
|
|
Diante do projeto arbitrário do prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes em fardar os ônibus, como medida para seu projeto tecnocrático para o transporte coletivo, a reação torna-se necessária.
Eu mesmo fiz uma petição pela Internet que se dá neste endereço:
http://www.petitiononline.com/alexfig2/petition.html
Muitas das petições deram resultado, porque a adesão foi grande e expressiva. Por isso todos que leem este texto estão convidados a participar, porque o que está em jogo não é apenas a beleza estética dos ônibus, mas o risco que os passageiros do Grande Rio terão para pegar os ônibus errados, principalmente a população pobre.
Vale lembrar que o risco de pegar ônibus errados, neste caso, pode trazer até consequências trágicas.
Por isso, não custa dedicar uns pouquíssimos minutos para assinar a petição. A lista de comentários é requerida. Quem não quiser comentar muito, escreva apenas "Eu apoio".
|
|
|
|
|
|
| Thursday, 23-Sep-2010 12:00 |
Email | Share | | Bookmark |
|
PADRONIZAÇÃO VISUAL DOS ÔNIBUS: PROJETO DE DIREITA
|
 |
|
Direita - Eduardo Paes - RJ
|
|
 |
|
Direita - Francelino Pereira - MG
|
|
 |
|
Direita - Jaime Lerner - PR
|
| | View all 6 photos... |
|
A DIREITA BOTA FARDA NOS ÔNIBUS - Políticos que impuseram a padronização visual dos ônibus.
Historicamente, a padronização visual dos ônibus e todo um conjunto de medidas que envolve diminuição de frotas de ônibus em circulação, sistema de pool, consórcios e outros paliativos, está sempre associada a contextos políticos de direita, voltados aos interesses conservadores e contrários à vontade do povo.
Sabemos que o transporte coletivo de Curitiba, tão tido como "moderno" e "futurista", foi adotado durante o auge da ditadura militar, em 1974, implantado pelo prefeito "biônico" Jaime Lerner, filiado pela ARENA.
Mas de um modo ou de outro, a implantação dessas medidas, dentro de uma suposta racionalidade relativa ao transporte coletivo, sempre se relaciona com grupos políticos conservadores, tradicionalmente vinculados à direita, por mais que Jaime Lerner e o ex-secretário de transporte de Salvador, Marcos Medrado, se escondam, com cínico oportunismo, em partidos de centro-esquerda.
Aqui vamos listar os figurões das fotos mostradas no topo deste tópico:
JAIME LERNER - Considerado o maior tecnocrata do transporte coletivo, hoje trabalha como consultor. Pioneiro na adoção de medidas paliativas, com uma modernidade de fachada, que adaptam o sistema de ônibus a conceitos e procedimentos neoliberais. Virou símbolo de uma mentalidade falsamente progressista relacionada ao transporte coletivo, defendendo um modelo tecnocrático que, na teoria, soa perfeito, mas que já começa a mostrar seu dramático desgaste já na sua cidade de origem, Curitiba, capital do Paraná, onde o projeto de Lerner foi implantado em 1974. Historicamente filiado à ARENA, Lerner tentou uma passagem no PDT, depois voltou à direita pelo DEM e hoje está no PSB, partido que hoje mais parece um engodo ideológico situado entre o PMDB e o PPS.
OLAVO SETÚBAL - Banqueiro dono do Itaú, falecido há dois anos, Setúbal foi historicamente ligado à ARENA e ao hoje demotucano Paulo Egydio Martins, ex-governador de São Paulo, político conservador paulista que conseguiu desviar a União Nacional dos Estudantes para a direita, em 1951. Egydio, que também foi ministro da ditadura militar, o indicou para ser prefeito da capital paulista. No cargo, Setúbal implantou o padrão atual de transporte coletivo de São Paulo, baseado na uniformização visual, nos consórcios e no método tecnocrático de gerenciamento do sistema pelo Estado, com investimentos da iniciativa privada.
FRANCELINO PEREIRA - Ligado à ARENA e hoje no DEM, ele foi governador de Minas Gerais quando surgiu o Metrobel (atual BHTrans), que adotou a metodologia tecnocrática do transporte coletivo da Grande Belo Horizonte, nos anos 80.
MARCOS MEDRADO - Um dos afilhados políticos de Antônio Carlos Magalhães, Marcos Medrado é uma das figuras do conservadorismo político de Salvador, Bahia. Figura da direita política brasileira,foi presidente regional do PDC, mantendo-se no cargo depois da fusão do partido com o PDS malufista, virando PPB (atual PP). Como secretário de Transportes de Antônio Imbassahy (então também ligado ao carlismo baiano), Marcos Medrado reimplantou o esquema de pool nos ônibus (que tinha sido dissolvido pela prefeita Lídice da Mata, na gestão anterior), fortaleceu a corrupta medida das "frotas reguladoras", diminuiu as frotas em circulação, agrupou empresas em consórcios e bagunçou a distribuição de linhas nos bairros, sem critérios definidos de área. Além disso, permitiu a "padronização" de visual branco-básico da maioria das empresas de ônibus. Marcos Medrado está filiado ao PDT porque seu grupo político de dissidentes carlistas migrou para o partido, quando o atual prefeito João Henrique, ainda na sua primeira gestão e hoje no PMDB, estava então filiado.
JOSÉ ROBERTO ARRUDA - Quando assumiu o governo do Distrito Federal, José Roberto Arruda retomou a uniformização visual dos ônibus, que começava a ser dissolvida por algumas empresas de Brasília. Então filiado ao DEM, José Roberto Arruda, que é ligado a Joaquim Roriz, tradicional figura da direita política brasiliense, espécie de versão candango de Paulo Maluf, foi personagem de destaque no noticiário nacional por conta do esquema de corrupção montado por ele e que se tornou conhecido como "mensalão do DEM". O escândalo custou seu cargo político. Arruda chegou a ser preso, mas foi beneficiado pelo habeas corpus que garante a impunidade dos ricos e poderosos.
EDUARDO PAES - Afilhado político de César Maia - ex-comunista há muito integrado à direita política carioca - , Eduardo Paes integra a ala ultraconservadora do PMDB. Como subprefeito da Barra da Tijuca, realizou medidas anti-populares, sempre a favor dos interesses das classes mais ricas. Passou por outros partidos e sua candidatura à prefeitura do Rio de Janeiro, seu atual cargo, teve o apoio de vários políticos do DEM, apesar do rompimento com seu padrinho político. Estabeleceu, recentemente, conchavos com dirigentes olímpicos, fazendo o lobby para que o Rio de Janeiro, mesmo sem condições reais de realização, fosse escolhido sede das Olimpíadas de 2016. Recentemente, Eduardo Paes decidiu implantar outras medidas impopulares, como o fechamento de um longo trecho da Av. Rio Branco (claramente de acordo com os interesses das classes ricas e conservadoras), que pode provocar violentos engarrafamentos na cidade, e a padronização visual do sistema de ônibus carioca, que irá confundir os passageiros, principalmente nas classes populares. Seu atual padrinho, Sérgio Cabral, tem afinidades na postura conservadora e anti-popular.
|
|
|
|
|
|
|
[<< < [1] 2 3 4 5 6 > >>] [Archive]
|
|
 |
|